Swastika – O enigmático símbolo universal

Símbolos antigos envoltos de mistérios e as vezes, medo – como a Swastika/Suástica. A primeira impressão pode nos remeter aos nazistas, movimento iniciado por Aldof Hitler, que estigmatizou seu uso na cultura ocidental, mas na verdade ele inverteu o símbolo, criando um novo significado, já falaremos mais disso no decorrer do texto. Mas ao contrário do que muitos pensam, a Swastika é um dos símbolos mais antigos e aparece em várias civilizações antigas ao redor do mundo e em diferentes momentos do tempo há mais de 3 mil anos, representando a vida, o sol, o fogo, o poder, a força e a boa sorte. Na Índia segue sendo um dos mais importantes símbolos religiosos, usado também no Budismo, Hinduísmo e o Jainismo. No Jainismo (Jainism) delineia o sétimo santo e os quatros braços em sentido relógio, simbolizando as quatro possibilidades de locais de renascimento: o mundo animal ou biológico (plantas) ; a Terra ; o Inferno; O mundo espiritual. 

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A Virgem

 

“Antigas sacerdotisas da lua eram chamadas de virgens. ‘Virgem’ então significava não casada, [mulher] que não pertence a um homem – uma mulher que era “uma-por-si-só”. A própria palavra “virgem” deriva do latim e significa força, resistência, habilidade; e foi posteriormente aplicada aos homens: viril. Ishtar, Diana, Astarte, Isis eram todas consideradas virgens, o que não se referia à castidade mas à independência sexual. Todos os grandes heróis das culturas antigas, míticos ou históricos, eram ditos como nascidos de mães virgens: Marduk, Gilgamesh, Buda, Osíris, Dionísio, Genghis Khan, Jesus – todos eles eram ditos como filhos da Grande Mãe, da Original, o poder mundano deles decorrente Dela. Quando os hebreus usavam essa palavra no aramaico original significava “donzela” ou “jovem”, sem significar castidade sexual. Mas os tradutores cristãos posteriores não poderiam conceber a ideia da “Virgem Maria” ser uma mulher independente sexualmente, então nem é preciso dizer: eles distorceram o significado da palavra para sexualmente pura, casta, nunca tocada.”

– Monica Sjöö, The Great Cosmic Mother: Rediscovering the Religion of the Earth

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