O Criptograma, um fator na Filosofia Simbólica – “Os Ensinamentos Secretos de Todas as Eras” (1928)

 

Mais um capítulo do livro “Os Ensinamentos Secreto de Todas as Eras” (1928).

Nenhum livro que lida com simbolismo estaria completo sem uma seção dedicada à análise de criptogramas. Seu uso há muito tempo é visto como indispensável nos círculos militares e diplomáticos, mas o mundo moderno enxerga seu importante papel na literatura e filosofia. Se a arte de decifrá-los fosse mais popular, com certeza descobriríamos a sabedoria até então insuspeita de filósofos antigos e medievais que tiveram seus “pensamentos” jogados no lixo por seus ensinamentos estarem atrás do véu dos verbos e conjugações. Continuar lendo “O Criptograma, um fator na Filosofia Simbólica – “Os Ensinamentos Secretos de Todas as Eras” (1928)”

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Simbologias no Corpo Humano – “Os Ensinamentos Secretos de todas as Eras” (1928)

 

Ao menos uma vez, um livro que realmente faz jus ao seu título. Publicado em torno 1928, consiste de cerca de 200 páginas largas; é considerado um opus magnum. Cada um dos aproximadamente 50 capítulos é tão denso de informações que é o equivalente de um livro inteiro curto. Se você ler este livro em sua totalidade, você estará em uma boa posição para mergulhar em temas como a Kabbala, Alquimia, Tarot, Magia Cerimonial, Filosofia Neoplatônica, Mistérios, Religiões, e a teoria do Rosacrucianismo e Maçonaria. Embora existam algumas partes questionáveis ​​e polêmicas do livro, tais como o material desatualizado sobre o Islã, há também a teoria da conspiração da história impulsionado por uma seita de elite! Por muitos anos esse livro só estava disponível no seu maior formato que além de raro de encontrar, é caríssimo. Mas graças ao Secret Texts, uma versão digital foi lançada! Vamos realizar essa tradução por etapas, hoje será o capítulo “Simbologias no Corpo Humano”!

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Símbolos: O Círculo – “O Homem e Seus Símbolos” (1964)

 

Vamos falar sobre um dos símbolos mais antigos e sempre presentes, o círculo.

A Dra. Marie Louise Von Fraz explicou o círculo (ou esfera) como um símbolo do self: ele expressa a totalidade da psique em todos os seus aspectos, incluindo o relacionamento entre os homens e a natureza. Não importa se o símbolo do círculo está presente na adoração primitiva do sol ou na religião moderna, em mitos ou em sonhos, nas mandalas desenhadas pelos monges do Tibete, nos planejamentos das cidades ou nos conceitos de esfera dos primeiros astrônomos, ele indica sempre o mais importante aspecto da vida – sua extrema e integral totalização.  Continuar lendo “Símbolos: O Círculo – “O Homem e Seus Símbolos” (1964)”

A consciência do nada

 

Desde 1543 quando Nicolau Copérnico mostrou que não éramos o centro do sistema Solar, nossa posição no Universo vem se revelando cada vez menos importante. Um pouco mais tarde, Isaac Newton foi um dos primeiros a afirmar que as estrelas são Sóis como o nosso.
Atualmente, sabe-se que o Sol não passa de uma estrela de quinta grandeza perdido no rabo da Via Láctea, que também não passa de uma modesta galáxia em meio a bilhões de outras.
Algumas teorias mais recentes e ainda precárias chegam a supor que nosso Universo é apenas um dentre muitos outros possíveis. De qualquer modo, na escala astronômica, somos menos que micróbios amontoados num minúsculo grão de poeira cósmica. Continuar lendo “A consciência do nada”