Antibióticos poderosos da Natureza

 

Nossa linha de frente de defesa contra qualquer vírus ou infecção é nosso sistema imunológico, e nunca houve um tempo melhor do que agora para aprender como melhorá-lo naturalmente. Combinando 7 ingredientes antibacterianos e antivirais, a fórmula básica deste “Master Tônico” data a Era Medieval européia. É um antibiótico natural que limpa os oxidantes, destruindo ambas as bactérias gram-positivas e gram-negativas. Sua fórmula de anti-virais e anti-fúngicos aumenta a circulação sanguínea e linfática no corpo. É também conhecido por ser eficaz para o tratamento de constipações e gripe. Vamos aprender a fazer?! Receita passo a passo! Continuar lendo “Antibióticos poderosos da Natureza”

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Simbologia: Flores, Plantas, Frutas e Árvores – “OS ENSINAMENTOS SECRETOS DE TODAS AS ERAS” (1928)

Mais uma tradução do antigo livro de 1928, “Os Ensinamentos Secretos de Todas as Eras”. Este capítulo explana os simbolismos contidos nas Flores, Plantas, Frutas e Árvores, muito interessante!

Os símbolos de Yoni (vagina) e o Falo (pênis) eram adorados por quase todos os povos antigos como símbolos apropriados do poder criador de Deus. O Jardim do Éden, a Arca, o Portão do Templo, o Véu dos Mistérios, O Vesica Piscis ou Nimbus Oval, e o Santo Graal são símbolos Yonic importantes; Já a Pirâmide, o Obelisco, o Cone, a Vela, a Torre, o Monólito Celtico, o campanário, o Maypole, e a Sagrada Lança são simbólicos ao Falo. Ao tratar o assunto de cultos ao Falo, muitos autores modernos pagãos julgam por conta própria e nadam na lama da vulgaridade auto-criada. Os Mistérios de Elêusis – a maior de todas as sociedades secretas antigas – um dos mais altos padrões conhecidos de moralidade e ética estabelecidos, e aqueles que criticavam o uso de símbolos fálicos tiveram que se ponderar pelas palavras incisivas do rei Edward III, “Honi soit qui mal y pense.” (em tradução livre: “Vergonha de quem mal pensa dele”).  Continuar lendo “Simbologia: Flores, Plantas, Frutas e Árvores – “OS ENSINAMENTOS SECRETOS DE TODAS AS ERAS” (1928)”