O poder espiritual dos cabelos longos – Cultura Ameríndia

Nas culturas Nativo Índio Americanas, homens e mulheres são reconhecidos pelo comprimento e glória de seus cabelos. O corte dos cabelos por opressores há muito tempo representa a submissão e derrota do Povo através da humilhação. Para os ameríndios, a forma como se penteia o cabelo significa o Alinhamento do pensamento, o trançado representa a Unidade de pensamento, o laço é a Garantia de pensar e cor, a Convicção do pensamento.  Continuar lendo “O poder espiritual dos cabelos longos – Cultura Ameríndia”

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Fractal e a cultura Africana

Os fractais são parte da natureza, são parte de nós. Inegavelmente, fractais também influenciaram diversas culturas, antes mesmo do computador ser capaz de gerá-los automaticamente – nós já tínhamos consciência deles – desde a arquitetura dos templos indianos até as estruturas das aldeias indígenas africanas onde o fractal é expressado em sua arquitetura, tecidos, arte e religião. Continuar lendo “Fractal e a cultura Africana”

Pensamentos

allan

“Nós vivemos em uma cultura totalmente hipnotizada pela ilusão de tempo, na qual o chamado presente é sentido como uma pequena linha entre o ‘todo poderoso’ passado causativo e o ‘absurdamente importante futuro’. Não temos presente. Nossa consciência está quase completamente preocupada com memórias e expectativas. Nós não percebemos que nunca houve, há, ou haverá qualquer tipo de experiência além da experiência do momento.
Portanto, nós estamos fora de contato com a realidade. Nós confundimos o mundo como ele é falado, descrito, e mensurado com o mundo do modo que ele na verdade é. Nós estamos doentes com uma fascinação pelo uso das ferramentas de nomes, números, símbolos, sinais, conceitos e ideias.”

— Alan Watts

As civilizações da Amazônia

 

Img. 1: Urna funerária feita de cerâmica, artefato complexo da fase marajoara, na Ilha de Marajó.

O aumento demográfico das populações amazônicas na época da Pré-História tardia, combinado a outros fatores, suscitou grandes transformações entre as sociedades indígenas da Amazônia. As sociedades que habitavam regiões da bacia amazônica passaram a se organizar de forma cada vez mais elaborada entre o ano 1000 a.C. e o ano 1000 d.C. . Os arqueólogos definem estas sociedades como “cacicados complexos”. Essas sociedades tornaram-se cada vez mais hierarquizadas, constituíram chefias centralizadas na figura do cacique, e adotaram posturas bélicas e expansionistas. O cacique, além de dominar amplos territórios, organizava continuamente seus guerreiros visando conquistar novos territórios. A cerâmica dessas sociedades era altamente elaborada, demonstrando um domínio de técnicas complexas de produção. Havia urnas funerárias elaboradas (associadas ao culto dos chefes mortos), comércio e os indícios arqueológicos apontam uma densidade demográfica de escala urbana nessas civilizações. Acredita-se que a monocultura era praticada, além da caça e da pesca intensivas, a produção intensiva de raízes e o armazenamento de alimentos.

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