Fatos e Teorias sobre o Sangue

O sangue tem um significado bastante peculiar para cada cultura na Terra…

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As Funções dos Mitos por Joseph Campbell

 

“Não seria demais dizer que o mito é a abertura secreta através do qual as energias inesgotáveis do cosmos despeja-se em manifestações culturais humanas.”  ~ Joseph Campbell

Em nossa natureza mais básica, somos criaturas sociais que amam contar estórias. Mitos são estórias que podem ou não ser verdade, designadas a serem encaradas com uma profunda consideração ao invés de creditadas. Mitos são o caminho da compreensão humana, e criar mitos é o caminho para a auto-expansão humana. Mitos ajudam a compreender a realidade. Eles são os sonhos do universo, vão além da ciência e religião, nos levando à experiência mágica no coração de todas as coisas. Continuar lendo “As Funções dos Mitos por Joseph Campbell”

Compreendendo as Gunas, as Três Forças primordiais da Existência

“Sattva, Rajas, e Tamas, — são as Gunas. Ó poderosamente armado, nascido de Prakriti, ligado fortemente ao corpo encarnado indestrutível”. ~ Bhagavad Gita, capítulo 14, Verso 5.

Toda matéria natural é uma ação recíproca das três forças fundamentais ou “gunas” – sattva, rajas e tamas. Essa é a lei de Prakriti ou a natureza, onde as gunas são parte de Prakriti. E é a natureza de tudo – desde o átomo ao elemento, desde a planta ao animal, ao não-vivo e vivo, tudo que se é conhecido nesse mundo, tangível e intangível, é a manifestação das gunas em suas variadas formas. Continuar lendo “Compreendendo as Gunas, as Três Forças primordiais da Existência”

Os Seis Reinos do Samsara – Budismo Tibetano

Podemos dizer que cada um dos nossos pensamentos e das nossas reações, pertence a um dos seis mundos. A cosmologia budista declara que o universo atravessa continuadamente várias etapas, sendo que cada uma dessas etapas possui um ciclo de nascimento, desenvolvimento e declínio que dura bilhões de anos e, em cada etapa de nascimento e desenvolvimento existem os seis reinos.

Todos os seis reinos possíveis devem ser entendidos como metafóricos, todos servem como metáforas para a vida presente que temos – a única possível para a existência de uma psique individual –, sem nos referir a uma reencarnação futura ou passada, mas de que já vivemos todas as vidas aqui, agora, e colhemos os frutos imediatamente aqui e agora, de nossa paz ou agonia interior. Assim é que dispomos a nossa psique no mundo, considerando todas as variáveis internas e externas a que estamos sujeitos. Para podermos compreender os seis mundos é necessário “vê-los” como mundos não visíveis existindo simultaneamente.

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