Eudaimonia: Estados e Dimensões do Self

 

“O ultimato do fim dos atos humanos é Eudaimonia, felicidade em viver bem, da qual todos os homens desejam; todos os atos são apenas diferentes meios escolhidos para chegar à ele” ~ Hannah Arendt

Eudaimonia do grego antigo ‘εὐδαιμονία’ é um termo que literalmente significa ‘o estado de ser habitado por um bom daemon, um bom gênio’, e, em geral, é traduzido como felicidade ou bem-estar. Contudo, outras traduções têm sido propostas para melhor expressar o que seria um estado de plenitude do ser. Se refere à saúde, felicidade e prosperidade humana, especialmente como um esforço em direção arête (virtude ou excelência) e sabedoria ética. Continuar lendo “Eudaimonia: Estados e Dimensões do Self”

A Espiral Sagrada: Labirintos e a Jornada entre o Vazio

“A chave da desorientação é buscar o seu centro. A chave do labirinto é achar o seu centro”

O antigo símbolo do labirinto, sendo tanto uma espiral como um círculo envolvido em um, há muito tempo representa o todo unificado – por tanto, também o vazio (ying yang). Lembra a rede neural do cérebro humano como um mapa, o labirinto não é um quebra-cabeças a ser decifrado, mas sim, o começo e o fim, o todo em Um. Labirintos representam nossas jornadas espirituais, aparentemente confuso quando visto de cima ou de um lugar analítico, tecido com o amor, sabedoria e consciência profunda que ecoa de volta para nós os nossos eu’s antigos e .a unidade civilizada.  Continuar lendo “A Espiral Sagrada: Labirintos e a Jornada entre o Vazio”