A Cura das Plantas Sagradas – Medicina Xamânica e a Nova Ciência

Em nossa era moderna, todos nós somos tocados de uma forma ou de outra por algum tipo de doença mental, direta ou indiretamente. Depressão, ansiedade, estresse pós-traumático e uma lista cada vez maior de transtornos psicóticos e vícios são hoje desenfreados em nosso mundo industrializado moderno. Continuar lendo “A Cura das Plantas Sagradas – Medicina Xamânica e a Nova Ciência”

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Índios vigilantes lutam para proteger a Amazônia

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Armados com arcos e flechas, espadas, rifeis e agora também com GPS e câmeras, a tribo Ka’apor se recusa perder suas terras para madeireiros ilegais. Deixados apenas com promessas vazias do governo, os nativos passaram a se encarregar da “conservação natural através de confrontos agressivos”. Continuar lendo “Índios vigilantes lutam para proteger a Amazônia”

A vida na Terra antes da tecnologia

Como era a vida antes de todas as luxúrias da era moderna? Completamente incrível! 

A vida na Terra não foi sempre esse modelo moderno encaixotado do Século 21 que conhecemos. O homem já experienciou diversas formas de prosperar no Grande Jardim e hoje vamos falar um pouco sobre essas lindíssimas formas de expressão da vida…

Bem vindo à possibilidades!

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Yopo: o rapé de DMT da Amazônia Ancestral

 

Vamos falar sobre cultura de raíz, a nossa sabe? Aquela que nos foi arrancada. Um pouco sobre as práticas e conhecimentos antigos dos índios da América do Sul!

O “Yopo” é o nome dado a um poderoso rapé visionário usado por várias tribos da América do Sul há mais de 4000 anos! Hoje em dia, ele é usado principalmente pelas tribos da selva amazônica – Yanomami e os Piaroa – que conseguiram afastar a influência do mundo ocidental. Sua finalidade é espiritual e de cura. Até hoje, eles continuam a ouvir a sabedoria da selva sob a forma de Yopo rapé. Continuar lendo “Yopo: o rapé de DMT da Amazônia Ancestral”

As civilizações da Amazônia

 

Img. 1: Urna funerária feita de cerâmica, artefato complexo da fase marajoara, na Ilha de Marajó.

O aumento demográfico das populações amazônicas na época da Pré-História tardia, combinado a outros fatores, suscitou grandes transformações entre as sociedades indígenas da Amazônia. As sociedades que habitavam regiões da bacia amazônica passaram a se organizar de forma cada vez mais elaborada entre o ano 1000 a.C. e o ano 1000 d.C. . Os arqueólogos definem estas sociedades como “cacicados complexos”. Essas sociedades tornaram-se cada vez mais hierarquizadas, constituíram chefias centralizadas na figura do cacique, e adotaram posturas bélicas e expansionistas. O cacique, além de dominar amplos territórios, organizava continuamente seus guerreiros visando conquistar novos territórios. A cerâmica dessas sociedades era altamente elaborada, demonstrando um domínio de técnicas complexas de produção. Havia urnas funerárias elaboradas (associadas ao culto dos chefes mortos), comércio e os indícios arqueológicos apontam uma densidade demográfica de escala urbana nessas civilizações. Acredita-se que a monocultura era praticada, além da caça e da pesca intensivas, a produção intensiva de raízes e o armazenamento de alimentos.

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