Animais: Os Guias Espirituais

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“Todos os seres compartilham a mesma respiração – o animal, a árvore, o homem … o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém.” ~ Chief Seattle

Usando os animais como guia espirituais como base para a nossa conexão com o divino é uma tradição tão antiga quanto as primeiras civilizações que se instalaram na Terra. Com suas raízes na cultura nativa americana, Paganismo Europeu, a medicina Chinesa, o misticismo e folclore aborígene Africano, Antigo Egito etc. Você provavelmente não irá encontrar um lugar neste planeta que não se é reconhecido o poder dos animais e a importância da nossa harmônia com essas criaturas pois eles são expressões do universo como nós.

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Mulheres no Honganji

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“Qual o papel das mulheres dentro do Templo Honganji? Apesar da aparente limitação de ser mãe, esposa ou filha de monge, a mulher detêm um importante e imprescindível papel dentro do Budismo. O príncipe Sidarta, logo após seu nascimento, perdeu sua mãe, que faleceu ao dar à luz aquele que posteriormente veio a ser chamado de O Buda. O príncipe foi criado por sua tia, Mahaprajapati, a primeira monja na longa história da trajetória do Budismo. Ela foi ordenada pelo próprio Buda que a princípio era contrário à idéia da Ordenação de mulheres, querendo poupá-las de uma vida difícil de mendicância, restrições, preceitos rígidos e peregrinações. Até que seu discípulo Ananda intercedeu por elas e o Buda concordou em ordenar sua tia e mais 500 mulheres que a acompanhavam em seu intento. Continuar lendo Mulheres no Honganji

A Virgem

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“Antigas sacerdotisas da lua eram chamadas de virgens. ‘Virgem’ então significava não casada, [mulher] que não pertence a um homem – uma mulher que era “uma-por-si-só”. A própria palavra “virgem” deriva do latim e significa força, resistência, habilidade; e foi posteriormente aplicada aos homens: viril. Ishtar, Diana, Astarte, Isis eram todas consideradas virgens, o que não se referia à castidade mas à independência sexual. Todos os grandes heróis das culturas antigas, míticos ou históricos, eram ditos como nascidos de mães virgens: Marduk, Gilgamesh, Buda, Osíris, Dionísio, Genghis Khan, Jesus – todos eles eram ditos como filhos da Grande Mãe, da Original, o poder mundano deles decorrente Dela. Quando os hebreus usavam essa palavra no aramaico original significava “donzela” ou “jovem”, sem significar castidade sexual. Mas os tradutores cristãos posteriores não poderiam conceber a ideia da “Virgem Maria” ser uma mulher independente sexualmente, então nem é preciso dizer: eles distorceram o significado da palavra para sexualmente pura, casta, nunca tocada.”

– Monica Sjöö, The Great Cosmic Mother: Rediscovering the Religion of the Earth

Por favor, lembre-se de compartilhar trechos ou textos completos do blog sempre com os devidos créditos!

O Grande Jardim – Ínicio

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Olá! Iniciamos hoje, dia 03/03/2015 este blog que cujo intenção é divulgar textos, documentários, ideias e ideais sobre a passagem mundana terrena na web interface, quem sabe daqui a milhões de anos alguém tenha curiosidade sobre nossa forma atual de viver, queira conhecer nossa história no grande e belo jardim…

Viva nós e nosso imenso e ancestral poder, o da comunicação!

Grata

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