A Linguagem Universal Perdida

hahahhaha

“Consciência é o jeito de Deus permanecer anônimo”

Sempre fora dito que se houver algo como uma linguagem universal, ela se expressaria em padrões de energia, geometria e frequência. Será que essa linguagem, ou ao menos suas fundações, já existam na terra? É Possível que, ao longo de milhares de anos, tenhamos sido de algum modo guiados no processo de criação dessa nova forma de comunicação? Se sim, qual será o tipo de informação que será transmitida através dele, que não poderia ser expresso de outra maneira?
Para tais respostas, devemos viajar no tempo e no espaço para abrir os olhos e mentes na amplitude suficiente para perceber ‘coincidências’ convincentes.
Portanto, faremos aqui uma análise da maneira a qual medimos e tabulamos o mundo ao nosso redor. Esse é um passo importante para entender que a forma usada para contar, revela o porquê de contarmos dessa forma.

Vejamos como medimos o tempo:
Para todos os efeitos práticos, a menor unidade de tempo é 1 segundo, e todos sabemos que precisamos de 60 segundos para termos 1 minuto, e 60 minutos para termos 1 hora. E essa hora é a unidade na qual dividimos nossos dias, e esses dias se tornam meses, anos, décadas, séculos etc.
Notemos também que toda a geometria, seja ela 2D ou 3D, também é derivada da base 60 e que, por sua vez, fornece todos os ângulos e fórmulas para a criação de virtualmente todas as formas que a humanidade conhece.
Ao longo do tempo, percebe-se que a humanidade também mostra uma afinidade com o numero 12: 12 meses, 12 signos; estranhamente, se tratando tanto de discípulos ou deuses míticos, o numero 12 aparece muitas vezes nas maiores histórias sobre nós mesmos. Para medirmos o planeta, usamos uma matemática base 60, pois usamos minutos, horas ou graus geométricos. Por quê usamos esse sistema de contagem?

Para responder essa questão, devemos viajar cerca de 5000 anos no tempo para visitar a antiga cultura suméria da Mesopotâmia, pois é aqui o início da matemática base 12/60. Esse sistema de contagem, que  foi desenvolvido pelo mesmo povo que produziu a primeira linguagem escrita do mundo, envolve contar as falanges dos 4 dedos longos das mãos, e, em seguida, multiplicá-los por todos os 5 dígitos da outra mão. Se fizer isso, vai ter o máximo de 12 falanges, vezes 5 dedos, resultando no total de 60.
A maneira a qual houve esse salto na escrita e na matemática ainda é uma questão em aberto, mas vale ressaltar que os antigos Sumérios escreveram sobre ter recebido essa informação por deuses do céu que os visitaram, chamados por eles de Annunnaki. Quem ou o que os Annnunnaki foram é um objeto de alto contesto, porém não podemos negar que há 5000 anos atrás, um sistema matemático nasceu e incrivelmente ainda nos serve nos dias de hoje.
Portanto, agora que temos nossas diversas unidades de medidas, todas baseadas no sistema sumério de contagem 12/60, vamos adiante no tempo para alguns momentos cruciais na história, e ver se outros números e padrões aparecem.

No sexto século antes de Cristo, na ilha grega de Samos, o famoso matemático Pitágoras fundou uma escola de pensamento que une filosofia, matemática, música e geometria. Não foi ele o criador da geometria avançada, porém, fez bom uso dela aplicando em novas formas, especialmente na música. Um exemplo disso foi quando Pitágoras notou que quando tocamos uma corda, um tom é criado, e, quando essa corda é dividida ao meio, produzirá o mesmo tom, porém com frequência duas vezes mais alta.
Com isso, Pitágoras fez uma relação numérica baseada em quintas harmônicas, e isso levou à criação da escala musical encontrada na raiz da música moderna. É importante ressaltar que segundo Pitágoras, todas as notas musicais podem ser encontradas matematicamente, e como tal, foram dados valores numéricos de acordo com sua colocação em um tipo de Tabela Mestre. Por exemplo, utilizando quintas iniciadas a partir da nota numero 1, ele acabou sendo orientado a nota de frequência 27(Hz) ; e para encontrar a mesma nota duas vezes mais alta em frequência, ele simplesmente as mantinha dobrando para 54, 108, 216, 432, assim por diante.

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Se você já ouviu falar de Afinação Pitagórica, saberá que o numero 432 é de suma importância. Para o próprio Pitágoras, não há em sua tabela número mais importante, mas para nossa jornada em busca da linguagem universal, baseada em sequências numéricas e frequências, essa nota representa uma parte significativa das coincidências evidenciadas.

Muitos instrumentos musicais antigos, desde taças tibetanas até flautas nativas produzem o mesmo tom; um tom que vibra em 432 ciclos por segundo. Isso atrai, mas ainda mais intrigante é o fato de que Pitágoras não estava calculando os ciclos vibratórios para achar o tom 432, apenas foi o mesmo número. E por décadas a maior parte dos instrumentos também foram afinados na mesma frequência de 432 ciclos. Quem escolheu essa nota como pedra fundamental para afinação de instrumentos, e mais importante, por quê?

Aqui é onde um mistério mais profundo começa a emergir, e para investigá-lo precisaremos ir à outra paixão de Pitágoras: Geometria. Para ele e seus discípulos, a geometria e a matemática guardavam os maiores segredos da humanidade.
Analisemos o círculo, o triângulo, quadrado e pentágono. Cada um deles possui um grau angular que, quando somado, sempre resulta em um total relativo àquela forma específica. Se pegarmos um triângulo, por exemplo, a soma dos três ângulos internos é sempre 180(º); para o quadrado e para o círculo 360; para o pentágono 540. Todos esses números relativos às formas geométricas, quando somados, resultam em 9 (assim como a nota 432).
Um experimento converteu os números somados dos ângulos dessas formas básicas geométricas em ciclos de vibração (Hz) para ouvir os tons que produzem. O primeiro foi o triângulo 180º, resultando em uma vibração em F#(fá sustenido) ; o círculo e quadrados emitiram o mesmo F#, porém uma oitava acima; já o pentágono resultou em C#(dó sustenido), uma quinta harmônica de F#. Se continuarmos o teste, veremos que o hexágono (720º) emitirá uma frequência em F#, duas oitavas acima em relação ao triangulo. O Heptágono (900º) reproduzirá um som em A#(lá sustenido), nota essa necessária para completar um Fá maior sustenido em perfeita harmonia de três partes. Utilizando a geometria 2D, 3D e até a geometria sagrada nesse experimento, veremos que todas as formas resultarão em uma variação harmônica da nota F#.
Por que será que esse tipo de informação não é um conhecimento comum nem mesmo para os músicos? Como perdemos essa conexão?

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De razões que vão do mundano ao conspiratório, instrumentos musicais já não são mais afinados à vibração de 432hz, invés disso 440hz. Utilizando 440hz, já não conseguimos utilizar a Tabela Mestre, onde precisaríamos apenas adicionar ou subtrair o número 9 para sabermos qual a nota seguinte, uma vez que a soma de 440 já não totalizará em 9, desfazendo a lógica numérica para encontrar notas musicais matematicamente.
E é exatamente nessa mesma Tabela que encontramos TODOS os nossos números geométricos, tamanha a importância da mesma. E um interessante número expresso nela é o 2160, expresso pelo cubo e pelo germe da vida se convertido em Hz. Percebemos que sem o 0, é exatamente metade do nosso ‘numero sagrado’, 432. Porém, o mais interessante é que esse número é muito recorrente em medições de larga escala.

Se retrocedermos cerca de 1500 anos, na civilização Maia, veremos que seus observadores de astros foram os mais realizados que o mundo já conheceu. Seu conceito de tempo cíclico levou à muitas descobertas: o tamanho exato do ano, as datas exatas de mudanças sazonais, até mesmo eclipses solares e lunares. Entretanto, seu maior feito foi a descoberta da Precessão dos Equinócios, o que torna notável um processo de lentíssima oscilação do eixo da Terra. De alguma forma cientes de que essa oscilação demora 25920 anos para completar, eles o chamaram de Grande Ano, com cada um dos seus Grande Meses, exigindo 2160 anos terrestres para completar.

Algumas conexões que podemos traçar:
O diâmetro da lua medido em milhas soma 2160, e 216 é exatamente metade de 432.
O diâmetro do sol é 86400, o que, sob a base utilizada pra medir a lua, é exatamente duas vezes 432.
Existem 86400 segundos num dia, ou 43200 para as 12 horas por dia, e 43200 para a as 12 da noite.
O único número inteiro que, ao quadrado, consegue medir com precisão cirúrgica a velocidade da luz é 432 (432² =186,624 em milhas).
Continuando na linha de raciocínio suméria, utilizemos o número 12 e façamos seu quadrado, 144. Veremos que 144 é um número da Tabela Mestre, pois soma em 9. Expandindo três casas, temos 144000, numero recorrente no mundo inteiro em várias formas. A grande pirâmide de Giza era coberta por 144000 lisas pedras de revestimento branco.
Para os antigos Maias, 144000 dias foi a duração de seu Baktun de 394 anos, que corresponde ao ciclo completo de seu antigo calendário.
Na bíblia, lemos que haverão 144000 escolhidos que alcançarão a redenção antes do Apocalipse.

O que todos esses números querem dizer? O que foi perdido e hoje foge às nossas vistas?
Certamente as respostas só começarão a vir quando nos dermos conta que tudo está unido e que coincidência é o nome que damos a uma fenômeno desconhecido.

Texto traduzido e adaptado do documentário “Sonic Geometry – the language of frequency and form” por Felipe C. Alves

Por favor, lembre-se de compartilhar trechos ou textos completos do blog sempre com os devidos créditos!

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